11.8.05


Estou aqui hoje só para dar notícias, dizer que atualmente nada de excepcional está acontecendo por aqui, tudo continua no tedioso ritmo devagar quase parando, depois de algum bom tempo as coisas enfim estão tranqüilas, raro momento de paz por esses lados de cá.
Mas muita paradeira também cansa, entedia e faz querer mudanças ou novidades, e é nesse espírito de expectativa e ansiedade que me encontro.Cansei de estar nessa bolha suspensa no vácuo.
Isso tudo tem um quê de contradição, agradeço por estar em paz, nada acontecendo, mas infeliz também por não ter nada de bom ou de excepcional acontecendo, detesto rotinas e estou presa a uma. Gratidão e insatisfação... ô serzinho difícil de agradar esse tal ser humano, quase nunca se contenta como que tem, e me reconheço como um desses.
Estranho esse post, foge bastante a minha linha normal de escrever ou pelo menos a temática, muitos podem estar se perguntando: ?e o que eu tenho com isso??, confesso que nada e peço desculpas, sei lá o porque de escrever isso aqui, mas deu uma vontade grande de faze-lo e aqui está.

Agradeço aos que ainda insistem em passar aqui, mesmo com tanto tempo sem atualizações. Espero poder lhes trazer algo de bom em breve, no mais fica um grande abraço a todos.

Boa noite.

Ochaya
11 de agosto de 2005



Ochaya - 7:29 PM

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22.7.05


Bom, vou começando o blog novo com coisas antigas, desculpem, mas faz tempo que esse texto estava guardado esperando a oportunidade de ser publicado inteiro.

Acredito que estou me tornando repetitiva, mas não consigo deixar de sê-la quando me vejo em certos momentos u situações ou mesmo algum fator alheio a minha vontade mexe tanto comigo.
Essas são palavras que eu gosto, cada uma isoladamente já me trás recordações, juntas então se complementam e me elevam a um grau maior de alegria e por que não dizer de felicidade, são elas: noite, frio, inverno, Lua e ipês.
Cada uma me remete a um sentimento especial, tem uma graça única e todas são adoradas por essa que vos escreve.

Hoje é o inicio do inverno, a noite não podia estar mais bela, apesar de não a estar admirando numa caminhada na rua ou sentada na orla do lago, posso senti-la.
Não deixo de apreciar essa noite tão especial com gratidão, olhando de minha cama para a janela aberta. Assim como o inverno se inicia, essa noite fria trás consigo o prelúdio de novas coisas, novas expectativas, enfim, anuncia um novo inicio para mim, aproxima o amanha, mas não me deixa esquecer que antes dele eu ganho o presente, e de presente nesta noite clara, a Lua majestosa em sua plenitude vem completar o quadro perfeito, arte-finalizado pelo céu limpo de nuvens e repleto de estrelas tão comum e tão bem vindo nessa estação do ano aqui no cerrado.
Toda essa beleza começa a se esboçar quando o céu azul sem igual dessa cidade ,admirado sob uma copa toda florida de um ipê roxo, passa a se tornar multicolorido tomado pelas varias tonalidades mágicas do por do sol do cerrado, vai gradativamente cedendo espaço para essa noite tão especial.
Com certeza é muita pretensão a minha (e me permitirei ser pretensiosa e egoísta aqui, peço licença e desculpa a todos), mas volto para a casa assistindo a tal espetáculo coma nítida certeza de que a natureza fez toda essa beleza para o meu deleite, e na pele sinto esse frio que chega para me chamar à atenção para todo esse conjunto.
E com o mesmo sorriso estampando na boca permaneço, enquanto escrevo essas impressões. Sorriso que reflete a minha alegria por tão adorada noite ser apenas o inicio, para meu deleite o inverno chegou, e veio muito bem acompanhando com toda a sua pompa e comitiva pela enorme Lua Cheia, e pela beleza singela mais marcante dos ipês. Elementos que comfabulam para anunciar que mais uma estação chegou, que o inverno chegou e que novas coisas surgirão.
E disso eu não posso duvidar, assim como não posso deixar de me repetir mais uma vez: ?Adoro a noite fria e clara iluminada pela Lua cheia , bela e marcante como um ipê frondoso e o inverno de Brasília?.


Ochaya
21 de junho de 2005

PS: Por quê doc n° 50 e não 01? Explico, como esse blog é continuação do Arquivo da Rosa, o último documento de lá era o n° 49, a contagem apenas continua aqui.



Ochaya - 8:45 PM

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22.6.05


Bem Vindo, bem vindo!


Entre e sinta -se à vontade, espero que goste das mudanças não repare a bagunça e nem o cheiro de tinta, está tudo fresquinho ainda e pouco a pouco eu vou arrumando o que ainda estiver fora do lugar.

Um ano já se passou de Arquivo da Rosa e eu precisava respirar novos ares (eu adoro mudanças), poder experimentar o prazer de escrever um texto grande sem ter que podá-lo, fora que finalmente pude dar uma cara mais minha, mais pessoal, para o meu espaço.O que por sinal ficou realmente a minha cara graças aos esforços, a paciência de Jó e o carinho dedicados a mudança pelo Kurt (muito muito obrigada mesmo).

Declaro oficialmente re-inaugurado o Arquivo da Rosa!!!!


Chega de papo e vamos ao que é bom, posts!

P.S.: O Endereço antigo estará aí ao lado junto dos Arquivos Anteriores.
http://arquivodarosa.zip.net/
(aqui também para facilitar um pouco)

Ochaya,
22 de julho de 2005



Ochaya - 10:08 PM

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Eis o novo espaço do Arquivo da Rosa, que continua sendo um espaço para idéias, impressões, sugestões e trivialidades. Sejam bem vindos e sintam-se em casa.


Ochaya.
Brasileira, vinte e alguns anos (mais não muitos ainda). Gosto de Coca-Cola (muito mesmo), palmito e capuccino principalmente em noites frias, ler também é algo que me apraz muito, conversar fiado com amigos, admirar o céu azul e infinito de Brasília e admirar o pôr-do-sol do cerrado. Considero as flores de maracujá como as mais belas flores e os Ipês de singular beleza quando floridos. Não gosto de algumas coisas e sou alérgica a outras tantas. É... acho que isso já é suficiente e me define de algumas formas.


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